Qual a sensação que motiva uma viagem? Qual a sensação que provoca uma música ou um livro? Qual a sensação que te faz entrar em algum estabelecimento e consumir só um café ou uma deliciosa e elaborada refeição? Qual a sensação que te desloca a um museu, teatro ou cinema? E qual a sensação que fica após todos os desejos satisfeitos? Esse é o meu diário de sensações e através das minhas sensações espero satisfazer, aguçar ou provocar as suas próprias...
11 de abr. de 2010
O que você faz quando já não aguenta mais?
O que você faz quando você já não aguenta mais?
Quando você percebe que os rumos que você seguiu já não eram exatamente os que você escolheu, mas o que você precisou escolher?
Quando nesse percurso você se prende a pessoas, coisas e até dores que não são mais as suas?
Quando você está cansado de se responsabilizar por tudo o quê acontece na sua vida, se trabalhar o tempo todo para ser uma pessoa melhor e as pessoas a sua sua volta continuarem igualzinhas?
Quando você já não suporta mais ouvir as mesmas vozes e principalmente os mesmos discursos?
Quando você nem suporta mais ouvir a sua própria voz e nem tem mais nenhum discurso?
Quando você percebe um fluxo de energia levando as pessoas para o meio do ciclone da ilusão e você sabe que jamais estará ali, mas que também ficará sozinho olhando todos se perdendo?
Quando você já encontrou dentro algo que ainda não encontrou fora?
Quando o cenário precisa desesperadamente mudar porque seus olhos já não aguentam mais ver a mesma poluição, o mesmo trânsito, a mesma moda e os mesmos padrões?
O que você faz quando você já não aguenta mais?
Não sei se percebemos isso de forma racional, a minha foi intuitiva, mas quando sentimos, é impossível se manter onde está e o negócio é viajar!
Romance Integrado à Natureza
Imagine o seu primeiro feriado viajando com o namorado novo. Você mora em São Paulo, ele no Rio de Janeiro.
O desejo é de se refugiar e mostrar que em São Paulo tem natureza... que existe verde, cachoeira e um pôr-do-sol, diferente do Arpoador, mas também encantador.
Tem um lugar assim em Jundiaí? Na Fazenda Montanhas do Japi! Então, é para lá que nós vamos.
Chegando na Fazenda Montanhas do Japi, em exatos 40 minutos, no fim da tarde, nos deparamos com uma intensidade de verde e um frescor que vem das árvores de Eucaliptos.
Somos recebidos pela proprietária, Hanah e tomamos um delicioso café com ela, na sede da fazenda, onde tem 03 habitações e uma vista lindíssima para o lago, enquanto nosso chalé não fica pronto. Em minutos a noite vai surgindo e essa me pareceu uma estratégia brilhante a fim de que já encontrássemos nosso chalé ao cair da noite.
Pegamos o carro, contornamos o lago e chegamos na Casa Gênio, com as portas abertas para nós.
A sala com a mesa de jantar montada à luz de velas. O jantar servido no fogão a lenha. O fogo crepitando...
Flores frescas perfumando sutilmente o ambiente. O som? Do universo... o silêncio profundo que se quebrava com o barulho do vento batendo nas folhas e dos animais da Serra do Japi.
Envolvidos pelo clima de romance da noite, esquecemos de perguntar onde seria o café da manhã no dia seguinte e suspeitamos que fosse na sede, junto com os outros hóspedes.
Para nossa surpresa, quando saímos do quarto, na mesma mesa de jantar estava servido o café da manhã, como num passe de mágica.
Esse é um serviço diferenciado e exclusivo que a Fazenda Montanhas do Japi presta sem muita divulgação. Vale a pena conferir e solicitar um orçamento para uma data especial, você se surpreenderá com a sensação e também com o valor, nada abusivo!
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